Os investidores deveriam boicotar títulos públicos?
0Leandro Narloch, no Observador Político
Quem tiver R$ 652 sobrando pode comprar, no site do Tesouro Direto, um título público com vencimento em 2035. Funciona como um empréstimo: você dá o dinheiro agora, o governo devolve depois com juros. Não é um investimento que se compara à bolsa de valores nos últimos meses, mas certamente rende mais que a poupança ou um CDB. A pergunta é: não cheira mal adquirir um título desses?
Muita gente fala que os investidores deveriam se preocupar menos com a especulação e com os lucros e mais com a ética, o tipo de negócio em que botam dinheiro. Pensando assim, bancar a dívida do governo parece justamente o caso de um “Investimento do Mal”.
Quem compra títulos públicos ajuda o governo a se afundar. E a toda hora governos afundam (si próprios e o país do qual fazem parte). O Brasil se afundou diversas vezes, a Argentina, em 2001; a Grécia está atolada agora – e diversos outros estados de bem-estar social fingem estar em terra firme. Dá um medo tremendo entrar neste site, que mede a dívida dos governos do mundo. Os números mudam a todo instante. O total está chegando a 40 trilhões de dólares.
Nem é preciso falar de calote. Os títulos públicos atrapalham mesmo quando os governos pagam suas dívidas em dia. Como mostra este pequeno e excelente vídeo, se o governo pega dinheiro emprestado para pagar despesas atuais, deixa o país com ainda menos dinheiro para investimentos produtivos. A multinacional ou o vendedor de milho verde que precisarem de empréstimo para aumentar o negócio e contratar mais terão que concorrer com o governo – e pagar mais caro pelo crédito.
Bancar a dívida estatal não só é ruim para o país como, vez ou outra, se revela um péssimo negócio. É como levar para casa um artefato que parece uma bomba, cheira como uma bomba, solta cliques que parecem os de uma bomba, mas que ninguém sabe se vai explodir ou não.
Ou, ainda, é como emprestar dinheiro para o bêbado do bar pagar a 16ª rodada de cachaça. O distinto cavalheiro logo vai te chamar para um canto do bar. Com a mesma cara de ressaca moral dos políticos gregos, fará a proposta:
- Ok, eu vou tentar te pagar. Mas que tal se você abater 53% da minha dívida?
Entrevista com Leandro Narloch
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Narloch é jornalista e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil e coautor, junto com o jornalista Duda Teixeira, do Guia Politicamente Incorreto da América Latina, ambos na lista dos livros mais vendidos do país desde que foram lançados.
Leandro, que trabalhou nas revistas Superinteressante e Veja, nos conta nesta entrevista como descobriu a obra e se tornou admirador e defensor das ideias de Ludwig von Mises (citado na obra sobre a América Latina) e dos pensadores da Escola Austríaca.
Também explica por qual razão decidiu escrever guias politicamente incorretos com uma perspectiva histórica diferente da que estava estabelecida e que é também uma defesa da liberdade e uma traulitada na visão esquerdista da história, e fala sobre o mito ainda sedutor do assassino Che Guevara e sobre como o estado atrapalha a vida dos brasileiros. E ainda confessa: “Sou cria de vocês do IMB”.
Para ouvir a entrevista, clique aqui e role a página até o final.
E não se esqueça também de visitar regularmente nossa página de podcasts, atualizada semanalmente às sextas-feiras.
“Guia” foi um dos 30 livros mais vendidos no Brasil em 2011
0Hugo Viana, na Folha Pernambuco
A editora de origem portuguesa Leya passa por mudanças importantes em sua história. É o que informa o jornal português “Público” sobre a editora que chegou ao Brasil no fim de 2009. De acordo com a jornalista Isabel Coutinho, a Leya está reduzindo operações no país de origem e planejando um “forte crescimento” no Brasil neste ano, prevendo, de acordo com a reportagem, “faturar sensivelmente o mesmo que em Portugal, Angola e Moçambique no seu conjunto”. Em 2011, a editora teve cinco livros na lista dos 30 mais vendidos do ano no Brasil, entre eles “A Guerra dos Tronos”, de George R.R. Martin (sexto lugar), narrativa pertencente ao gênero fantasia, e “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”, de Leandro Narloch (sétimo lugar), obra polêmica que ironiza nomes da política de esquerda da América Latina. Também em 2011, a Leya iniciou no Brasil um alto investimento no segmento educação. Em Portugal, a editora irá focar na produção de conteúdos digitais e de ensino à distância.
“Guia” é um dos melhores livros de 2011 para colunista da Veja
0Colunista da Veja Online, Sérgio Martins divulgou aqui a lista dos melhores de 2011. Entre os 5 livros que o crítico elegeu como “melhores do ano”, está o Guia politicamente incorreto da América Latina.
MELHOR DISCO INTERNACIONAL
Tedeschi Trucks Band – Revelator
The Black Keys – El Camino
Jay-Z & Kanye West – Watch the Throne
Decemberists – The King is Dead
Adele – 21
MELHOR DISCO NACIONAL
Fábio Góes – O Destino Vestido de Noiva
Madame Saatan – Peixe Homem
Tomada – O Inevitável
Boss in Drama – Pure Gold
Celso Fonseca & Ronaldo Bastos – Liebe Paradiso
MELHOR MÚSICA INTERNACIONAL
Decemberists – Down By the Water
Mastodon – Curl of the Burl
Beyoncé – Love on Top
Tedeschi Trucks Band – Midnight in Harlem
Mayer Hawthorne – A Long Time
MELHOR MÚSICA NACIONAL
João do Morro – Telefone Confiscado
Nana Caymmi – Flor da Noite (do Liebe Paradiso)
Tonho Crocco – Réu Primário
Fábio Góes – Amor na Lanterna
Tomada – Ela Não Tem Medo
SHOW INTERNACIONAL
Sharon Jones (BMW Jazz Festival)
Stevie Wonder (Rock in Rio)
Tony Levin e Stick Men (Sesc Belenzinho)
Faith no More (SWU)
Mulatu Astatke (Sesc Vila Mariana)
SHOW NACIONAL
Sepultura no Rock in Rio
Orquestra Rumpillezz no BMW Jazz Festival
Garotas Suecas no Planeta Terra
MELHOR SITE
http://www.popmatters.com
http://www.carloscalado.com.br
http://www.aldaily.com/
http://comendadoralbuquerque.wordpress.com/
http://www.guardian.co.uk/
MELHOR BLOG
http://collectorsroom.blogspot.com/
http://www.therestisnoise.com/
http://blissout.blogspot.com/
http://www.musicalamerica.com/mablogs/?cat=100
http://www.dangerousminds.net/
MELHOR LIVRO
Zeitoun, de Dave Eggers
MELHOR LIVRO
Zeitoun, de Dave Eggers
Guia Politicamente Incorreto da América Latina, de Duda Teixeira e Leandro Narloch
Le Freak: An Upside Down Story of Family, Disco, and Destiny, de Nile Rodgers
Os Livros Perdidos da Odisséia, de Zachary Mason
Solar, de Ian McEwan
MELHOR TWITTER
@DaniAlbuquerque
@jnflesch
@poeirazine
@uncutmagazine
@PedroSoh
“Não é certo ensinar algo baseado em pura ideologia e romance”
0Akaiamaterasu, no Shvoong.com
Escrito por Leandro Narloch, o livro causou um alvoroço no mundo dos professores e até de alguns historiadores por mostrar o quanto a ideologia popular é capaz de mudar fatos históricos. Pessoas que cometeram crimes viraram heróis por causa da morte trágica, a Guerra do Paraguai não foi causada do modo como foi ensinado da escola, Dom Pedro II queria ser presidente e nosso amado Santos Dumont não inventou o avião primeiro e nem o relógio de pulso, somado ao fato de que ele adorava “aparecer”.
Tudo parece, de certo, invenção das mais malucas, porém as histórias foram comprovadas por diversos documentos históricos e cartas que estavam escondidas à séculos. Sem falar do aval de historiadores que tentam falar tais verdade há anos sem ganhar um lugar ao sol.
Os livros usados para ensinar mostram como a questão ficou de lado e certas pessoas fizeram de propósito. Muitos veriam as próprias teorias serem desmentidas, outros teriam que mudar o que estavam ensinando há anos sem nenhuma mudança. O que prevaleceu foram mitos e lendas sobre nossos personagens, guerras e até mesmo sobre nossa cultura e música.
O mais importante é que o livro não é baseado em especulações e fofocas de época. Tudo foi escrito após minuciosas pesquisas e viagens feitas pelo próprio autor ,que fez questão de entrevistar sérios historiadores em busca de pistas e documentos. Acabou encontrando diversos documentos que desmentiam versões em que até hoje acreditamos e nos foram ensinadas, mostrando um novo rumo à nossa história.
Depois desse livro, os autores de didáticos deveriam repensar sobre o que andam escrevendo, para fazer uma séria modificação nos textos. Não é certo ensinar algo baseado em pura ideologia e romance, deve-se mostrar os fatos por trás de tudo.
Enfim, o livro aborda com bom humor todas as reviravoltas da nossa história, sempre com uma narrativa leve. Ótimo de ler, principalmente para quem ama história quer saber mais sobre o Brasil além do que foi ensinado nas salas de aula.
Fonte: Shvoong
Saiu no “Dia-a-dia”
0Redação do Dia-a-dia
(In)verdade absoluta
Em jogos de pergunta, é normal termos de decifrar questões cujo fundamento aprendemos na escola. De tão óbvia, a resposta acaba saindo com meio-sorriso, maneira de dizer ‘é claro que sei sobre isso’. Após devorar o livro de Leandro Narloch, fica impossível esboçar reação semelhante diante da mais simples interrogação. É preciso rever, decididamente, as verdades absolutas disseminadas pelos mestres, como as de que Santos Dumont inventou o avião; a feijoada é uma receita dos negros e os índios foram vítimas inocentes dos portugueses. Vale mergulhar (com óculos) na obra para enxergar nitidamente a história do País.
Guia do Politicamente Incorreto da História do Brasil (Editora Leya, 304 páginas, R$ 39,90)
Saiu no “Blogão do Lobão”
0Prof. Lobão no Blog do Lobão
Quando estiver em Minas Gerais, aproveite para conhecer a obra sacra de Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho. Vale lembrar que esse homem, portador de deficiências terríveis, que o faziam andar de joelhos e esculpir escondido, para esconder suas chagas, praticamente um monstro, superou tudo isso e criou uma obra marcante. Ah, vale lembrar também que ele nunca existiu. É um produto de ficção de um historiador picareta.
Os maiores assassinos de índios brasileiros eram os próprios índios; e eram, sobretudo, genocidas, promovendo faxinas étnicas tribais. Além disso, tribos beligerantes aliaram-se aos europeus para matar os inimigos. Quem? Ora, outras tribos, outros índios. E os silvícolas nunca tiveram a menor noção de ecologia ou preservação florestal, coisa que aprenderam com os portugueses, de quem pegaram algumas doenças e pra quem passaram tantas outras. A aliança de algumas tribos e portugueses serve para ilustrar a premissa. Imaginem naus repletas de homens fracos e doentes. Na praia, milhares de guerreiros. Embora tudo esteja fundamentado em estudos e documentos, a lógica nos ajuda a compreender a obviedade da aliança – e também a história de guerras constantes entre as tribos. Para um tupi, o português era tão estrangeiro quanto um caiapó.
O pseudo libertador Zumbi dos Palmares era escravista
O grade “Zumbi dos Palmares”, capturava escravos de fazendas vizinhas para que trabalhassem à força no hiper sul real modelo socialista “Quilombo dos Palmares”. Na África, inclusive, a mão de obra escrava era usada de forma comum, negros explorando negros – chegando ao ponto de portugueses usarem escravos como moeda para comprar ouro africano. E príncipes da África vinham ao Brasil, para estudar, e recebiam mordomias, como dezenas de escravos.
Falando ainda em escravidão, José de Alencar, grande escritor, era favorável a ela, tendo enviado três cartas públicas ao Imperador D. Pedro II defendendo tal prática. Machado de Assis, por sua vez, trabalhou durante um ano na Censura Oficial do Império e, por óbvio, vetava obras empregando critérios pessoais quanto ao que seria (ou não) algo “moral”. Jorge Amado não censurava obras, ao contrário, apoiava: em especial Stálin e Hitler. Gilberto Freyre também apoiava, mas não os dois facínoras, e sim a Klu Klux Klan – isso em sua dissertação de mestrado, na Universidade de Columbia, em 1922.
O grade escritor Jorge Amado que era fã de Hitler e Stalin
Os guerrilheiros comunistas brasileiros não lutavam por liberdade. De dezoito estatutos e documentos escritos por organizações de luta armada brasileiras nos anos 1960 e 1970, catorze descrevem o objetivo de criar um sistema de partido único e erguer uma ditadura similar aos regimes comunistas que existiam na China e em Cuba. A “Ação Popular”, por exemplo, defendia com todas as letras “substituir a ditadura da burguesia pela ditadura do proletariado” lembra o livro. Ou seja, no golpe de 1964, não havia mocinhos em nenhum dos dois lados – nem do lado dos torturadores psicopatas nem do lado dos que queriam “transformar” o Brasil em uma Cuba – possivelmente ainda mais avacalhada, se é que isso é possível.
Gilberto Freyre ícone intelectual brasileiro apoiava a Klu Klux Klan
Ah, sim, o golpe maior na auto-estima brasileira: Santos Dumont não inventou o avião nem o relógio de pulso. De fato, os irmãos Wright inventaram mesmo os aeroplanos e, bom, os relógios já existiam havia tempos – p.ex. Rainha Elizabeth I, militares europeus do século XIX etc.
A história, dizem, é uma coisa que não aconteceu, contada por alguém que não estava lá. Aqui no Brasil virou uma coisa pior: um instrumento de doutrinação, torcendo os fatos para dar “lições de humanismo”. Leandro Narloch, que ainda por cima escreve bem pacas, nos lembra de que a história serve para entender de onde viemos e o que nos tornou o que somos. O resto é enrolação.
Quem “revisou” a história, portanto, foram as determinações governamentais, em busca de heróis e façanhas, sobretudo escondendo passagens não exatamente louváveis. Nos verbetes sobre Machado de Assis, é claro, não vão dizer que trabalhou para a censura. Nenhum fã de Jorge Amado gosta de lembrar de sua paixão jovem pelas idéias de Hitler e Stalin. E há milhares de defensores de Zumbi que sequer supõem da existência de escravos no Quilombo dos Palmares. Mas vale repetir: qual o lado revisor e qual o lado obscurantista nessa história toda (ou nessas histórias todas)?
O “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”, do jornalista Leandro Narloch, não deprecia nem destrói a história brasileira. O processo é similar a uma “humanização”, transformando tudo em algo real, crível, verossímil. É óbvio que tudo e todos têm defeitos, não apenas virtudes estupendas. E muitas vezes há fatos interessantíssimos, e deliciosos, justamente nas “mancadas” dessas figuras que sempre fomos forçados a admirar, louvar e enaltecer.
E esqueçam esse papo de “fulano é o maior escritor de nossa geração” ou demais bobagens de puxação de saco, geralmente empregadas para elogiar pangarés oriundos da blogosfera. É tudo bajulação para libretos chatérrimos. Esse aí é ótimo, e o escritor (explícita ou implicitamente) não fala de si próprio a cada dois parágrafos.
Ah! Como poderia esquecer? É CLARO QUE ELE DESCE O PORRETE NOS COMUNISTAS! E não adianta desqualificar, porque a pesquisa é vasta, cada capítulo tem mais referências, estudo e nota de fim que teses mandrakeadas da nossa não menos mandrakeada academia.
E o humor da obra não é culpa de Leandro Narloch, mas sim das trapalhadas de gente como Prestes, Jorge Amado, Getúlio Vargas, Zumbi, Lampião, Santos Dumont, Brizola…
Acreditem: nós somos a piada!
Revisão: Hellen Guareschi
Livro: “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”
Autor: do jornalista Leandro Narloch
Editora: Leya
Leandro Narloch discute o Brasil de 2037
0Publicado no 25º Fórum da Liberdade
Segundo evento de lançamento discute o Brasil de 2037
Após o primeiro debate de lançamento do 25º Fórum da Liberdade, a segunda palestra ocorreu no dia 7 de novembro na ESPM. No palco, o jornalista Leandro Narloch, o sociólogo e geógrafo Demétrio Magnoli e o gerente de Marketing do Grupo Vulcabrás/Azaléia Márcio Callage levantaram diversas questões que nortearão o tema geral do Fórum.
Mais focado na área do marketing, Callage abordou um futuro bem próximo: a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 como um fator de mudança. Ele destacou o papel da tecnologia, a diferença entre as gerações e a necessidade de se ter um foco: “Se a gente se assumisse como a economia da festa, já seria um foco”.
Narloch preferiu retornar ao passado para pensar o futuro. O jornalista relembrou a Cuba dos anos 50 e o Plano Collor no Brasil. Ressaltou o capitalismo de hoje e disse que é preciso aprender a ser capitalista: “O capitalismo faz a gente ter muita liberdade de escolha”.
Magnoli alertou para a euforia demasiada- com relação ao crescimento da economia brasileira – e o perigo de nos tornarmos um país de renda média: “existe este risco porque nós estamos, como nação, de olhos vendados, pela euforia, de nossos problemas extremamente sérios”. Dentre as dificuldades existentes, o sociólogo citou a educação desqualificada, o sistema de ensino superior baseado no corporativismo e o Brasil como Estado disfuncional – o que ele chamou de modernização do patrimonialismo.
E você, o que pensa destas questões? Quais os principais assuntos que devem ser pensados e discutidos nos próximos 25 anos?
Em breve, os subtemas do 25º Fórum da Liberdade serão publicados aqui no blog. Aguarde e não deixe de dar a sua opinião!
Bestsellers impressos agora em audiolivro pela Nossa Cultura
0Blog Nossa Cultura
O Efeito Sombra, Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil e Se Eu Fechar Os Olhos Agora são os mais novos lançamentos da Editora Nossa Cultura. Já consagrados como livros, as obras chegam em audiolivro para repetir o grande sucesso agora em áudio.
Em O Efeito Sombra, Deepak Chopra, Marianne Williamson e Debbie Ford, três dos maiores guias espirituais da atualidade, mostram o que é a Sombra humana e o tamanho do seu poder sobre nossas vidas. Aprenda a encontrá-la e aceitá-la, transformando sua Sombra em força, criatividade, brilho e felicidade.
Chegou a hora de “jogar tomates” na historiografia politicamente correta! Provocador e divertido, o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, do jornalista paranaense Leandro Narloch, reúne pesquisas históricas que vão em direção oposta, sem ser um falso estudo acadêmico, ao que aprendemos nas aulas de história. O livro está há mais de um ano na lista dos mais vendidos do Brasil.
Dois meninos de 12 anos encontram, por acaso, o corpo dilacerado de uma mulher. Inconformados com a explicação oficial, eles farão de tudo para descobrir a verdadeira história deste crime. Prêmio Jabuti 2010 na categoria “Romance”, Se Eu Fechar Os Olhos Agora é um thriller envolvente escrito pelo jornalista Edney Silvestre. A obra se torna ainda mais marcante com a ótima narração do ator Antônio Fagundes.
Os lançamentos em audiolivro estão disponíveis com 30% de desconto na loja virtual da Nossa Cultura.
Politicamente incorreto
1Gabriel Novis Neves, no blog Turma do Epa
Há tempos escrevi um artigo sobre a história falsificada – chamada de politicamente correta.
Quem me despertou para esse estudo sobre picaretagem histórica foi o meu grande mestre Rubens de Mendonça.
Mostrou-me muitos registros históricos fantasiosos nos livros escolares. Aprendemos nos bancos escolares fatos distorcidos, para deixar bem os heróis vencedores. Os perdedores eram sempre bandidos.
Essa cultura da hipocrisia marcou gerações de brasileiros.
Estou lendo “GUIA POLITICAMENTE INCORRETO da HISTÓRIA do BRASIL. O autor é um jovem pesquisador – LEANDRO NARLOCH -, que acabou de lançar a segunda EDIÇÃO AMPLIADA. A editora é LEYA, e possui 367 páginas.
“Verdades desagradáveis de ícones politicamente corretos estavam devidamente reveladas na primeira edição; mas faltava dar mais atenção a outra tarefa – tirar a lama dos personagens que a história combatente execrou.” Esta segunda edição tem essa missão principal, relata o autor.
O nosso historiador Rubinho estava muito além do seu tempo, e o Leandro, que desconhece o cuiabano da Rua do Campo, do Bar do Bugre e do Internacional, escreve o Politicamente Incorreto centrado nas velhas observações do filho de Estevão de Mendonça.
Comentarei em pequenos textículos e publicarei no decorrer dos próximos meses o trabalho de reposição histórica do Leandro Narloch, em homenagem ao querido amigo Rubens de Mendonça, precursor da difusão da verdadeira história do Brasil.
Para dar água na boca, pois terei que engolir muitos dissabores – já que a verdade é azeda e a mentira doce -, citarei alguns itens polêmicos dos assuntos que serão artigos:
- Zumbi tinha ESCRAVOS.
- Santos Dumont NÃO INVENTOU O AVIÃO.
- JOÃO GOULART favorecia EMPREITEIRAS.
- A origem da FEIJOADA é EUROPÉIA.
- ALEIJADINHO é um PERSONAGEM LITERÁRIO.
- Antes de entrar em Guerra, o PARAGUAI era um PAÍS RURAL e BUROCRÁTICO.
- Quem MAIS MATOU índios foram os ÍNDIOS.
As inverdades, mesmo históricas, têm que ser revisadas. O próprio governo federal constituiu uma Comissão da Verdade, para apurar fatos históricos recentes.
A ocasião é propícia para transmitirmos às gerações futuras, quem, e como somos. Na escola aprendemos a história oficial, chamada de politicamente correta, e que é incorreta.
Uma nação se constrói com heróis verdadeiros, e não, forjados por interesses outros. Os equívocos históricos jamais irão prevalecer com a verdade.
Nosso país não suporta mais faces ocultas, responsáveis pelo retrocesso humano em que vivemos. Temos a obrigação de descobrir os santinhos do pau oco, mesmo que sejamos taxados de politicamente incorretos.
A verdade vencerá sempre a empulhação.








